O fim do auxílio emergencial e o impacto na economia

O auxílio emergencial foi um suporte financeiro instituído no Brasil para trabalhadores informais e de baixa renda. Inicialmente seu valor era de 600 reais, depois passou para 300. Este programa social acabou no final de 2020, o que é um risco para a atividade econômica em 2021.

O Brasil conseguiu reduzir a pobreza, a extrema pobreza e a desigualdade de renda com o auxílio emergencial, porém, com o seu fim, 13% da população brasileira, o que são 26 milhões de pessoas, está sobrevivendo com uma renda per capita de apenas R$250 por mês.

Este benefício foi uma das medidas fundamentais para impedir que o impacto da economia brasileira durante a pandemia no ano de 2020 fosse ainda maior. Foi responsável por sustentar as pessoas que ficaram sem renda, garantindo um poder de consumo a milhões de brasileiros.

Economistas acreditam que o programa evitou uma queda mais significativa do Produto Interno Bruto (PIB) e da atividade econômica. Porém a redução do seu valor em setembro de 2020 levou a uma desaceleração, e seu fim dificultou ainda mais a trajetória de retomada da economia brasileira em 2021.

Acredita-se que com o fim do auxílio emergencial, teremos um avanço na pobreza, aumento do desemprego, e desaceleração do crescimento econômico em 2021. Isso por conta da queda acentuada no poder de compras das famílias, o que provocará uma natural retração da demanda, causando um grande impacto e gerando um alerta na economia.

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