Sinais de recuperação no varejo

Com a pandemia da COVID-19 no Brasil, o mercado passou por diversas mudanças que impactaram diretamente no comportamento do consumidor. Um levantamento feito pelo Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo), disse que o primeiro trimestre de 2021 devia fechar com um pequeno avanço de 2,75% no varejo nacional em relação ao mesmo período em 2020.

De acordo com o IPC Maps, dos 7,5 milhões de comércios varejistas e atacadistas existentes em 2019 no país, 1,8 milhão fechou suas portas no início da pandemia. Já em 2021, a quantidade de empresas voltou a subir, totalizando 5,9 milhões de unidades instaladas.

Agora, com base em dados oficiais da Pesquisa IPC Maps, especializada em potencial de consumo dos brasileiros há quase 30 anos, o varejo brasileiro deve movimentar, até o final de 2021, cerca de R$ 336,3 bilhões, retomando a parte da fatia que havia perdido no ano passado em função da pandemia, quando respondeu por apenas R$ 295,6 bilhões.

Apesar de o cenário ser de otimismo, o estudo mostra que ainda levará algum tempo para o setor voltar ao patamar que havia conquistado. No ano de 2019, o potencial de consumo do varejo chegou a R$ 424,25 bilhões, ou seja, 20,7% a mais que a projeção atual. Estes cálculos levam em conta despesas com artigos de limpeza; mobiliários e artigos do lar; eletroeletrônicos; vestuário confeccionado; calçados; e joias, bijuterias e armarinhos.

Publicado anualmente pela IPC Marketing Editora – empresa que utiliza metodologias exclusivas para cálculos de potencial de consumo nacional, o IPC Maps destaca-se como o único estudo que apresenta em números absolutos o detalhamento do potencial de consumo por categorias de produtos para cada um dos 5.570 municípios do País, com base em dados oficiais, através de versões em softwares de geoprocessamento.

Os comentários estão encerrados.

Dúvidas? Confira nosso FAQ